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Quênia anuncia uso das Forças Armadas no combate à pirataria

Nairóbi, 8 out (EFE).- O ministro de Assuntos Exteriores do Quênia, Moses Wetangula, disse hoje que o país utilizará as Forças Armadas na libertação da embarcação ucraniana Faina, capturada por piratas em 25 de setembro, e para proteger o armamento transportado pelo navio.

EFE |

Ontem, o Conselho de Segurança da ONU emitiu uma resolução em que pede a todos os países interessados em preservar a segurança das rotas marítimas que enviem navios e aviões militares à Somália para combater a pirataria.

"Nossa Armada se unirá às forças de outros países que já estão em alto-mar. O Governo do Quênia lutará contra os piratas onde for necessário para garantir a segurança das águas do Golfo de Áden", disse o chanceler queniano em Nairóbi.

Segundo Wetangula, "nenhum resgate será pago, já que isso encorajará os piratas, que se estima que tenham reunido nos últimos dois anos entre US$ 30 e US$ 50 milhões" em pagamento de resgates.

O ministro voltou a negar que o arsenal transportado pelo Faina estivesse destinado ao Governo autônomo do sul do Sudão, como disse ontem a rede "BBC", que mostrou cópia de um contrato que inclui as sigla em inglês GOSS, que, segundo a TV britânica, quer dizer Governo do Sul do Sudão.

Wetangula assegurou que a sigla faz referência a um código do departamento de Defesa queniano que significa, na tradução, Provisões Ordinárias Gerais de Segurança. EFE pa/rr

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