Pelo menos 11.921 pessoas morreram em conseqüência do terremoto de 7,8 graus na escala Richter que sacudiu o sudoeste da China na segunda-feira, segundo um novo balanço oficial de mortes confirmadas anunciado nesta terça-feira pelo governo.

"Até o momento o balanço de mortos do terremoto chega a 11.921", afirmou Wang Zhenyao, diretor do departamento de ajuda de emergência do ministério de Proteção Civil, em entrevista coletiva em Pequim.

Somente na região de de Mianzhu, na província de Sichuan, o saldo é de 2.000 mortos e 4.800 pessoas soterradas nos escombros, de acordo com a agência oficial Xinhua.

Além disso, 10.000 pessoas ficaram feridas em Mianzhu, cidade de 500.000 habitantes que fica 35 quilômetros ao sudoeste do epicentro do terremoto que afetou o país.

Nesta terça-feira, uma equipe formada por 1.300 soldados e médicos militares chineses chegou à cidade de Wenchuan, área do epicentro do tremor.

"Uma equipe médica de Chengdu, capital da província de Sichuan, acompanhada por 1.300 militares, chegou a Yingxiu, no distrito de Wenchuan, epicentro do sismo", anunciou a Xinhua.

Yingxiu fica a 20 km de Dujiangyan, onde foi instalado o centro de comando das operações de emergência.

O primeiro-ministro chinês Wen Jiabao, que na segunda-feira voou para Dujiangyan, visitou na manhã desta terça-feira as vítimas de uma cidade próxima.

Também nesta terça-feira foi registrada uma forte réplica do terremoto em Chengdu, capital da província de Sichuan.

O tremor foi registrado às 15H10 locais (4H10 de Brasília), com uma potência de 6,1 graus na escala Richter.

Esta foi considerada a réplica mais forte depois do tremor de 7,8 graus que afetou a província na segunda-feira.

dma/fp

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