Quarta comissão mista franco-brasileira não chaga a nenhum acordo

A quarta comissão mista franco-brasileira, reunida nesta quinta-feira em Cayenne (departamento francês da Guiana, na América do Sul), não alcançou nenhum acordo entre os dois países, e o secretário de Estado francês para Ultramar, Yves Jego, lamentou que a convenção de cooperação contra a exploração de ouro clandestina não tenha sido firmada.

AFP |

A esse respeito, no entanto, o subsecretário de Estado do ministério brasileiro das Relações Exteriores, Oto Agripino Maia, que liderou uma delegação de 37 pessoas, declarou à AFP: "Todos os nossos órgãos federais devem dar o sinal verde, nossos juristas devem estudar algumas cláusulas, mas no fundo estamos de acordo".

O funcionário brasiliro disse ainda que "não sabia" sobre a existência de várias aldeias clandestinas na margem brasileira do Oiapoque, rio que marca a fronteira entre os dois países, que serviriam de refúgio para os garimpeiros ilegais que atuam na Guiana.

"A perspectiva de uma visita do presidente (Nicolas) Sarkozy ao Brasil no final do ano nos obriga a faezr o necessário para avançar nos acordos. Propus uma novo reunião da comissão mista, no fim de outubro, para assinar alguns e mostrar que além dos discursos há provas de uma vontade", afirmou Jego à AFP.

ff/ap

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