Pyongyang relaciona morte de ex-presidente sul-coreano com caso de corrupção

Seul, 24 mai (EFE).- A Coreia do Norte sugeriu hoje que a morte do ex-presidente sul-coreano Roh Moo-hyun está relacionada com a pressão psicológica que sofria por causa de uma suposta implicação em um escândalo de corrupção, informou a agência sul-coreana de notícias Yonhap.

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Pyongyang informou através de sua agência oficial de notícias "KCNA" sobre a morte do ex-presidente após se jogar do alto de uma montanha quando passeava perto de sua casa, onde tinha deixado previamente escrita uma carta de despedida a sua família.

Trata-se, de acordo com a agência sul-coreana, de uma "reação rápida e excepcional" por parte do país comunista, onde não é habitual poder ler notícias sobre seu vizinho do Sul.

Roh presidiu a Coreia do Sul entre 2003 e 2008, período durante o qual buscou, sem conseguir, a reconciliação com a Coreia do Norte e participou da segunda cúpula intercoreana realizada em Pyongyang em 2007 junto com o líder norte-coreano, Kim Jong-il. EFE clb/ma

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