Província ao oeste da China é atingida por terremoto de 6.9 graus

Uma série de tremores atingiu a província de Qinghai, região oeste da China, segundo o Instituto Geológico americano (USGS, sigla em inglês) . Não há registros de ocorrências nesta região rural, apesar de testemunhas terem afirmado que muitas casas foram derrubadas.

iG São Paulo |

O Instituto reportou em seu site um terremoto de 6.9 graus na escala Ritcher a sudeste de Qinghai, próximo ao Tibet, na manhã desta quarta-feira (horário local), e mais dois tremores na mesma região.

O terremoto atingiu, também a cidade de Yushu, na parte tibetana de Qinghai, afirmou a Agência de Notícias de Xinhua, com informações do centro de gerenciamento de terremotos chinês, que registrou a magnitude de 7.1º. O site do governo local informa que, em 2005, a população local era de 89.300 e composta, em sua maioria, por trabalhadores rurais.

O terremoto derrubou muitas casas feitas de barro e madeira, afirmou Gasong Nima, correspondente de um canal de TV local.

Em um instante, as casas foram abaixo. Foi um terrível terremoto, disse Nima. Em um pequeno parque, há uma torre budista que teve seu topo totalmente destruído.

"Todos estão na rua, em frente de suas casas, tentando encontrar familiares", disse. Nima descreve ainda que escolas não desabaram, mas estudantes foram retirados das salas e levados para áreas externas.

O epicentro do primeiro tremor foi localizado a 380 quilômetros ao sul-sudeste de Golmud, uma grande cidade de Qinghai, a uma profundidade de 10 quilômetros, segundo informações do Instituto Geológico americano.

Dez minutos depois, a região foi atingida por um abalo de magnitude 5,3, seguido por dois minutos depois por um abalo de 5,2. Ambos tremores subsequentes foram medidos a uma profundidade de 10 quilômetros.

Segundo a agência Associated Press, tentativas de contato telefônico com o Partido Comunista e o governo de Yushu, e ao serviço sismiológico de Qinghai não obtiveram sucesso.

Em 2008, um terremoto de magnitude 7,9 na província de Sichuan deixou ao menos 90 mil pessoas mortas ou desaparecidas.

*Com informações da Associated Press


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