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Provas de incursão venezuelana são contundentes , diz vice colombiano

Washington, 29 jan (EFE).- O vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos, afirmou hoje em Washington que as provas da incursão de um helicóptero militar da Venezuela em seu país são contundentes.

EFE |

"A evidência é contundente, é fílmica e, como disse o presidente (colombiano, Álvaro Uribe), nós pensamos ser um erro mais do que qualquer outra coisa", afirmou Santos em entrevista coletiva, ao término de uma visita de dois dias a Washington.

Santos disse que conversou sobre o suposto sobrevoo do helicóptero militar venezuelano sobre a cidade de Arauca (nordeste colombiano) com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, e com funcionários do Departamento de Estado americano.

Eles "têm a informação em primeira mão sobre este possível erro ou equívoco de um piloto de helicóptero venezuelano", acrescentou.

Em todo caso, as autoridades colombianas querem proceder com cautela "para não cometer erros em um momento em que sabemos que a situação interna da Venezuela pode gerar muitas outras tensões do que as que já existem nas relações entre os dois países", disse.

O Governo do presidente venezuelano, Hugo Chávez, mantém suas relações diplomáticas e comerciais com a Colômbia "congeladas" desde agosto do ano passado, em protesto contra o acordo militar assinado entre colombianos e os Estados Unidos, que a Venezuela considera lesivo para sua soberania.

Em paralelo às declarações de Santos em Washington, o chanceler colombiano, Jaime Bermúdez, afirmou em Davos (Suíça) que o Governo colombiano analisará se leva o incidente do helicóptero, ocorrido na quarta-feira passada, à ONU.

A Colômbia anunciou que apresentou uma nota de protesto ao Governo venezuelano sobre o incidente, mas este a teria negado "categoricamente".

O ministro das Relações Exteriores venezuelano, Nicolás Maduro, disse que essa queixa pode fazer parte dos supostos planos de EUA e Colômbia de "construir" falsos incidentes na fronteira com a Venezuela para "justificar outros eventos políticos". EFE mp/bba

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