Protesto marca audiência na Louisiana sobre vazamento de óleo

Washington, 11 mai (EFE).- Dois manifestantes protestaram hoje brevemente na abertura de uma investigação em Nova Orleans (EUA) sobre as causas da explosão de uma plataforma petrolífera no Golfo do México, que provocou o vazamento de óleo no mar e cuja mancha negra se aproxima da costa do estado americano da Louisiana.

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Washington, 11 mai (EFE).- Dois manifestantes protestaram hoje brevemente na abertura de uma investigação em Nova Orleans (EUA) sobre as causas da explosão de uma plataforma petrolífera no Golfo do México, que provocou o vazamento de óleo no mar e cuja mancha negra se aproxima da costa do estado americano da Louisiana. As audiências conjuntas da Guarda Costeira americana e do Serviço de Gestão de Minerais, braço do Departamento do Interior americano, começaram em um hotel de Nova Orleans. As entidades investigam a causa da explosão ocorrida em 20 de março da plataforma Deepwater Horizon de prospecção petrolífera, que matou 11 dos 126 trabalhadores a bordo e deixou aberto um poço no fundo do mar a cerca de 65 quilômetros ao sudeste do litoral da Louisiana, de onde vazam cerca de 800 mil litros diários de óleo. "Não se deveria confiar à Gestão de Minerais a investigação desta enorme tragédia que ajudou a criar", gritou um manifestante, que segurava um cartaz com o texto: "Este sistema NÃO é apto para ser Guardião do Planeta". Quando agentes da Guarda Costeira o tiraram do recinto, uma mulher gritou "Parem a perfuração em alto-mar! Esta audiência não é legítima". O comitê investigador é integrado por três representantes da Guarda Costeira e três funcionários do Serviço de Gestão de Minerais, que após os protestos, asseguraram que investigarão as causas do desastre, culparão os responsáveis e elogiarão comportamentos admiráveis no acidente. A Administração Nacional de Atmosfera e Oceanos (NOAA, na sigla em inglês), prevê que, caso se mantenham as condições meteorológicas e os ventos, a mancha de petróleo no mar chegará às ilhotas externas do Delta do Mississipi e as baías Breton e Chandeleur hoje à tarde. EFE jab/sa

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