Promotor de N.York assina com portais acordo contra pornografia infantil

Nova York, 10 jun (EFE) - O promotor de Nova York, Andrew Cuomo, e três provedores de internet assinaram um acordo para bloquear o acesso à pornografia infantil na rede, informou hoje a Promotoria nos Estados Unidos. Verizon e Time Warner Cable, dois dos cinco maiores provedores de serviços na rede no mundo, e Sprint Nextel Corporation, uma das três maiores empresas de telefonia celular nos Estados Unidos, firmaram o compromisso com Cuomo. Desde sua chegada ao cargo, o promotor nova-iorquino deu ênfase ao combate a esse tipo de atividade e à presença de predadores sexuais em redes sociais, como MySpace ou Facebook. A onipresença da pornografia infantil na internet é algo horrendo e é necessário colocar fim a isso, declarou Cuomo em comunicado à imprensa ao anunciar o acordo. As empresas se comprometeram a bloquear o acesso a determinados newsgroups, que, segundo a Promotoria, são uma fonte importante de material pornográfico com menores e também retirarão seus servidores de sites que ofereçam conteúdos similares. O serviço de newsgroups não está associado a websites e opera como quadros de avisos públicos nos quais os usuários podem enviar e baixar arquivos, e ter acesso a eles através de seus habituais provedores de internet. Uma investigação da Promotoria permitiu descobrir 88 newsgroups diferentes que continham 11.390 fotografias de índole sexual nas quais apareciam menores - que eram violentados em alguns casos - e atividades de zoofilia.

EFE |

As empresas se comprometeram, além disso, a eliminar de seus servidores todos os websites relacionados à pornografia infantil e que fossem identificados como tal pelo Centro Nacional de Crianças Exploradas e Desaparecidas (NCMEC, em sua sigla em inglês).

Verizon, Time Warner e Sprint também iniciarão um novo sistema para responder rapidamente às queixas de usuários relativas à presença de pornografia infantil.

Além disso, forneceram um total de US$ 1,1 milhão aos trabalhos da Promotoria e do NCMEC para eliminar a pornografia infantil da rede. EFE vm/bm/db

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