Procuradoria acusa formalmente supostos agressores de sinagoga na Venezuela

A procuradoria venezuelana entrou nesta quinta-feira com um processo contra 11 pessoas, oito delas policiais, acusadas de envolvimento no assalto e profanação da principal sinagoga de Caracas, no dia 31 de janeiro.

AFP |

Os supostos agressores, que foram detidos no dia 8 de fevereiro, serão julgados por "ato de desapreço contra um culto, roubo, associação para cometer crime, ocultação de arma de fogo e peculato doloso", indicou a procuradoria em um comunicado.

Entre os detidos está um homem que trabalhava como segurança do templo.

A profanação da sinagoga aconteceu pouco depois do governo venezuelano ter rompido relações diplomáticas com Israel, em protesto contra a ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza para combater o Hamas.

A sinagoga atacada teve objetos destruídos e paredes pichadas com frases anti-semitas como "Israel, malditos" e "Fora judeus".

str/bl/ap

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