O Tribunal Penal Internacional para Ruanda (TPIR) condenou nesta quinta-feira a prisão perpétua o coronel Theoneste Bagosora, considerado o cérebro do genocídio em Ruanda em 1994, assim como outros dois antigos oficiais do Exército.

"O tribunal condena Bagosora, Ntabakuze e Nsengiyuvuma a prisão perpétua", anunciou o juiz Erik Mose, em referência a outros dois oficiais acusados ao lado de Bagorosa.

Os três foram considerados "culpados de genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra", acrescentou o juiz.

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