Bangcoc, 7 out (EFE).- O primeiro-ministro da Tailândia, Somchai Wongsawat, descartou hoje declarar o estado de exceção em Bangcoc para restabelecer a ordem, depois que uma pessoa morreu e outras 162 ficaram feridas ao longo do dia nos protestos que pedem a renúncia do Executivo e a dissolução do Parlamento.

"Qualquer decisão será tomada no momento apropriado", disse o chefe do Governo, que teve que sair escondido hoje do Legislativo devido ao cerco montado pelos simpatizantes da Aliança do Povo para a Democracia (APD).

Wongsawat, que também dirige a pasta da Defesa, disse que não dissolverá o Parlamento, e que trabalha para restabelecer a paz no país.

O antecessor de Wongsawat no cargo, seu colega de partido Samak Sundaravej, proclamou o estado de exceção em Bangcoc em 2 de setembro para retirar os membros da APD que ocupavam a sede do Governo desde 26 de agosto, mas o Exército rejeitou o uso da força e a medida foi suspensa 12 dias depois, sem que tivesse servido para nada. EFE tai/an

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