Primeiro-ministro da Tailândia diz que não renunciará mesmo sob pressão

Bangcoc, 17 out (EFE).- O primeiro-ministro da Tailândia, Somchai Wongsawat, se negou hoje a seguir a recomendação de renunciar a seu cargo feita pelo chefe do Exército Anupong Paochinda para que assuma sua responsabilidade pela violenta repressão das manifestações antigovernamentais.

EFE |

Wongsawat disse em entrevista coletiva que conta com o apoio de seis partidos políticos que integram a coalizão governamental e que, por esta razão, continuará à frente do Executivo.

"O Governo não pode abandonar sua responsabilidade e deixar de lado seu trabalho, mas tem a obrigação de desenvolver sua política", declarou Wongsawat após a reunião de caráter urgente que teve com os líderes dos partidos aliados ao Partido do Poder do Povo (PPP), legenda que lidera desde a destituição do anterior primeiro-ministro Samak Sundaravej no dia 9 de setembro.

Wongsawat, cunhado do líder deposto há dois anos, Thaksin Shinawatra, foi investido primeiro-ministro no dia 7 de outubro, o mesmo no qual as forças policiais entraram em confronto, em Bangcoc, com milhares de manifestantes concentrados contra o Parlamento. EFE grc/fal

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