LONDRES (Reuters) - O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou nesta terça-feira que renunciará ao cargo em meio a sinais de que os partidos Conservador e Liberal Democrata podem estar perto de um acordo para formar um novo governo.

Sua declaração encerra oficialmente o período de 13 anos de domínio trabalhista.

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LONDRES (Reuters) - O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou nesta terça-feira que renunciará ao cargo em meio a sinais de que os partidos Conservador e Liberal Democrata podem estar perto de um acordo para formar um novo governo.

Sua declaração encerra oficialmente o período de 13 anos de domínio trabalhista.

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Primeiro-ministro britânico Gordon Brown anuncia renúncia

LONDRES (Reuters) - O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou nesta terça-feira que renunciará ao cargo em meio a sinais de que os partidos Conservador e Liberal Democrata podem estar perto de um acordo para formar um novo governo.

Sua declaração encerra oficialmente o período de 13 anos de domínio trabalhista.

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LONDRES (Reuters) - O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou nesta terça-feira que renunciará ao cargo em meio a sinais de que os partidos Conservador e Liberal Democrata podem estar perto de um acordo para formar um novo governo.

Sua declaração encerra oficialmente o período de 13 anos de domínio trabalhista.

"Eu informei o secretário pessoal da rainha que a minha intenção é propor minha renúncia à rainha", disse Brown a repórteres em frente ao seu escritório oficial em Londres.

"No caso de a rainha aceitar eu devo aconselhá-la a convidar o líder da oposição para tentar formar um governo. Eu desejo o melhor ao novo primeiro-ministro enquanto ele tomar as escolhas importantes para o futuro."

Os conservadores, cujo líder é David Cameron, conquistaram a maioria dos assentos do Parlamento na eleição da última quinta-feira, superando o partido Trabalhista de Brown, que ficou em segundo. O Liberal Democrata foi o terceiro.

A vitória conservadora, no entanto, não foi suficiente para garantir o controle do Parlamento ao partido, a primeira eleição sem maioria desde 1974.

(Reportagem de Michael Holden)

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