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Primeiro-ministro britânico diz que sempre foi amigo de Israel

Jerusalém, 21 jul (EFE).- O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, disse hoje, no primeiro discurso de um chefe do Governo britânico no Parlamento israelense que toda sua vida foi um amigo de Israel.

EFE |

Em seu discurso, Brown elogiou o Estado judeu e criticou a "completamente aborrecível" chamada à destruição de Israel feita pelo presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, em 2005.

O Reino Unido, acrescentou, ajudará Israel se sua "paz, estabilidade ou existência" estiverem em perigo.

"Aos que questionam o direito de Israel de existir e ameaçam as vidas de seus cidadãos por meio do terrorismo dizemos: o povo de Israel tem direito de viver aqui, em liberdade e segurança", disse Brown, que conclui hoje uma visita de dois dias a Israel e à Cisjordânia.

O primeiro-ministro britânico fez também referência ao programa nuclear iraniano, para ressaltar que seu país "continuará liderando", junto com os EUA e "nossa União Européia", a "determinação" para impedir que Teerã desenvolva armamento nuclear.

Dois dias depois de as negociações sobre este tema ficarem estagnadas em Genebra, Brown advertiu ao Irã que tem que escolher entre "suspender seu programa nuclear" e aceitar a oferta da comunidade internacional ou "enfrentar um crescente isolamento e a resposta coletiva, não de uma, mas de muitas nações".

Brown definiu também as conquistas de Israel em seus 60 anos de história como uma manifestação da "infinita capacidade da mente e do espírito".

Hoje, o primeiro-ministro britânico se reuniu com a ministra de Assuntos Exteriores israelense, Tzipi Livni, e o titular da Defesa de Israel, Ehud Barak, assim como com o líder da oposição, o ex-chefe de Governo Benjamin Netanyahu.

Neste domingo, se encontrou e jantou com o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, após visitar a cidade cisjordaniana de Belém para se reunir com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.

Em Belém, o primeiro-ministro do Reino Unido defendeu "uma solução justa" para o conflito palestino-israelense "baseada no estabelecimento de dois Estados, com Jerusalém como capital para os dois povos". EFE ap/an

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