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Primeiro caso de gripe suína na Austrália é detectado

SYDNEY (Austrália) - As autoridades australianas confirmaram neste sábado o primeiro caso positivo de gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/30/oms+decide+mudar+nome+da+gripe+suina+5867916.htmlrebatizada de gripe A H1N1) no país, o de uma mulher que chegou dos Estados Unidos na quinta-feira passada, embora tenham considerado que não há risco de contágio.

Redação com agências internacionais |

No entanto, a ministra da Saúde, Nicola Roxon, disse à imprensa que se tenta ligar para os passageiros do voo de Qantas QF16, que aterrissou no aeroporto de Brisbane em 7 de maio, caso apresentassem sintomas de gripe.

De toda maneira, Roxon assegurou que é bastante improvável que se tenha atualmente uma infecção de gripe suína na Austrália, mas todas as precauções estão sendo tomadas.

Aparentemente, a mulher pegou a gripe enquanto estava nos EUA, mas se encontrava em recuperação quando retornou à Austrália e levava um vírus de gripe suína muito debilitado.

Por outro lado, outras 18 pessoas estão em observação na Austrália ao apresentar sintomas similares ao da gripe.

Balanço

O último boletim da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado na tarde desta sexta-feira, é o primeiro a registrar os quatro primeiros casos de "gripe suína" do Brasil , confirmados na quinta-feira pelo Ministério da Saúde. Nesta sexta-feira, dois novos casos foram confirmados no País. A doença matou 46 pessoas até agora.

Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.

Mexicanos em quarentena

Nesta sexta-feira, a alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu aos países que não coloquem em quarentena cidadãos mexicanos saudáveis, levando em conta apenas sua nacionalidade, pois isso viola o direito internacional.

"Mexicanos que não tenham sintomas de gripe e não tenham estado no México na última semana não estão mais propensos a serem portadores do (vírus) 'influenza' A-H1N1 do que qualquer outro residente no país onde eles estejam presentes", disse Rupert Colville, porta-voz de Pillay, a jornalistas em Genebra.

"Ninguém deveria ser posto em quarentena apenas com base na sua nacionalidade. Isso seria um caso inaceitável e claro de discriminação", afirmou Colvillle.

A discriminação com base na origem nacional é proibida pela Declaração Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, ratificado por 164 países, segundo ele.

Dezenas de mexicanos foram colocados sob quarentena pela China nesta semana. O governo mexicano disse que a ação chinesa foi discriminatória, mas Pequim defendeu a medida.

(Com informações da EFE e Reuters)

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