Primeiras-damas do G8 visitam área devastadas pelo terremoto

LAquila (Itália), 9 jul (EFE).- As esposas dos chefes de Estado e de Governo que assistem à Cúpula do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais desenvolvidos e a Rússia) visitaram hoje o centro histórico de LAquila, uma das áreas da capital de Abruzzo mais devastadas pelo terremoto de 6 de abril.

EFE |

Acompanhadas pelas ministras da Educação e de Igualdade de Oportunidades italianas, Mariastella Gelmini e Mara Carfagna, as primeiras-damas ouviram as explicações sobre como foi o terremoto, os danos causados, assim como a história dos monumentos, palácios e ruas destruídas.

Todas se mostraram muito interessadas e algumas não duvidaram em tirar fotos de edifícios como o Duomo (a catedral) e o Palácio do Governo (a Prefeitura), cuja fachada destruída, com colunas que parecem que vão desabar, causou grande impressão ontem no presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Hoje, a esposa de Obama, Michelle também se interessou por esse edifício e lia com atenção os painéis instalados nas ruas, nos quais, entre outros, são descritas as obras que serão realizadas.

A visita aconteceu em uma manhã ensolarada e quente, e teve a participação de 12 primeiras-damas, entre elas, além de Michelle Obama, das esposas dos presidentes do México, Margarita Zavala, e da África do Sul, Nompumelelo Ntuli Zuma; e das mulheres dos primeiros-ministros do Reino Unido, Sarah Brown; do Japão, Chikako Aso, e da Suécia, Filippa Reinfeldt.

A reunião não contou com a presença de Carla Bruni, esposa do presidente francês, Nicolas Sarkozy, já que ela chegará esta tarde a L'Aquila e visitará sozinha a zona do terremoto.

Carla Bruni deve anunciar os projetos de restauração de monumentos da zona que serão financiados pela França, afirmou hoje a imprensa italiana.

Enquanto as primeiras-damas visitavam os lugares mais afetados pelo terremoto, algumas mulheres de L'Aquila que vivem nas "tendópolis" (tendas de campanhas colocadas para os desabrigados) fizeram uma manifestação em frente à sede do Governo regional para denunciar a situação em que vivem. EFE JL/an

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