Jerusalém, 14 mai (EFE).- A primeira-dama dos Estados Unidos, Laura Bush, esteve hoje em uma clínica infantil na cidade de Jerusalém e em uma escola árabe-israelense, além de visitar o Muro das Lamentações na Cidade Antiga.

Após chegar a Israel esta manhã acompanhada da mulher do primeiro-ministro israelense, Aliza Olmert, e da esposa do embaixador do país nos EUA, Noa Meridor, Laura visitou esta manhã uma clínica governamental que oferece vacinas e outros serviços médicos a preços baixos.

O grupo, escoltado por cerca de 20 agentes dos serviços secretos israelense e americano, foi em seguida à escola Hand in Hand, um das poucas instituições de ensino do país onde crianças israelenses e árabes estudam juntas e falam os dois idiomas, o hebraico e o árabe.

As crianças cantaram músicas nas duas línguas - oficiais de Israel - e receberam as visitantes com danças típicas judaicas e árabes.

Depois, a primeira-dama americana visitou o Muro das Lamentações, resquício do Segundo Templo e principal santuário judaico, onde o rabino do Muro, Shmuel Rabinovitz, explicou a história do lugar.

Laura percorreu túneis sob a Cidade Antiga, cuja escavação causou fortes protestos da população palestina no final da década de 1990.

Haiva o temor que pudessem danificar os alicerces dos templos muçulmanos da Esplanada das Mesquitas.

Enquanto isso, o presidente dos EUA, George W. Bush, se reunia com o chefe de Estado israelense, Shimon Peres, e com o primeiro-ministro do país, Ehud Olmert, com quem discutiu, entre outros assuntos, do processo de paz com os palestinos, apoiado pelos americanos na Conferência de Annapolis, em novembro de 2007.

Peres presenteou o casal Bush com uma Bíblia antiga banhada em ouro e um porta-jóias como presente para sua filha, Jenna, que se casou no final de semana.

A visita Bush e da primeira-dama, que estão acompanhados de uma grande delegação e deixam o país esta noite, acontece por ocasião do 60º aniversário de fundação de Israel e tem como objeto evidenciar os laços de amizade e a estreita aliança que o Estado judeu tem com os EUA. EFE aca/wr/plc

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