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Primeira incursão israelense em 4 meses em Gaza deixa 6 palestinos mortos

Gaza, 5 nov (EFE).- Seis palestinos morreram no centro da Faixa de Gaza entre ontem à noite e a madrugada de hoje, na primeira incursão do Exército israelense nesse território desde junho, o que provocou a resposta dos milicianos palestinos que dispararam pelo menos 35 foguetes e projéteis contra solo do Estado judeu.

EFE |

O chefe do serviço de emergências e ambulâncias do Ministério da Saúde em Gaza, Moawiya Hasanín, informou que seis palestinos morreram em ataques aéreos e enfrentamentos armados registrados com forças israelenses no centro da Faixa.

Fontes do movimento islâmico Hamas, que efetivamente governa Gaza, disseram que soldados israelenses e milicianos palestinos protagonizaram duros enfrentamentos ontem à noite em uma região localizada ao leste do campo de refugiados de Al-Bureij.

As fontes disseram que forças terrestres israelenses, apoiadas por veículos blindados, invadiram uma área controlada pelo Hamas ao leste da Faixa, onde ocorreram os incidentes.

Moradores locais disseram ter escutado várias explosões e trocas de tiros, enquanto helicópteros da Força Aérea israelense sobrevoavam várias regiões e disparavam contra os milicianos do Hamas.

Uma porta-voz do Exército israelense disse à Agência Efe que a incursão foi um fato pontual, destinado a destruir um túnel que supunha uma "grande ameaça" contra seu país pela possibilidade de "propiciar novos seqüestros de soldados" no futuro.

O braço armado do grupo islamita, as "Brigadas de Ezedin al-Qassam", assumiu a autoria do disparo de várias dezenas de bombas e foguetes contra solo israelense, que não deixaram feridos ou causaram danos materiais de grande consideração.

"Nunca ficaremos calados diante das violações da ocupação israelense, apesar da trégua. Enfrentaremos qualquer agressão contra o povo palestino e nossas milícias", advertiu a facção armada.

Este é o primeiro enfrentamento armado entre forças israelenses e milicianos em Gaza desde a entrada em vigor em 19 de junho último de um cessar-fogo temporário na região, e que foi alcançado graças à mediação do Egito. EFE Sa'ar-db/fr

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