Uma britânica dará à luz nesta semana o primeiro bebê a ser objeto, na Grã-Bretanha, do chamado diagnóstico de pré-implantação - biópsia de embriões ou PGD (Perimplantation Genetic Diagnosis) para evitar que leve um gene que teria aumentado de forma significativa o risco de desenvolver câncer de mama.

A futura mãe, de 27 anos, que prefere manter-se no anonimato, decidiu recorrer à seleção genética porque a avó, a mãe e a irmã de seu marido sofreram de câncer de mama.

O bebê provém de um embrião pré-selecionado para garantir que não leve o gene BRCA 1, que teria aumentado entre 50 e 80% as possibilidades de vir a desenvolver a doença.

Este tipo de diagnóstico é proibido em países como Alemanha, Áustria, Itália e Suíça e autorizado em Bélgica, Dinamarca, Espanha e Reino Unido.

Os pais desconhecem, até o momento, o sexo do bebê, mas mesmo que fosse menino poderia transmitir o gene a gerações seguintes.

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