Presos libertados pelos EUA se unem à Al-Qaeda

Prisioneiros colocados em liberdade no Iraque entram para a rede extremista no país

EFE |

A maioria dos prisioneiros libertados pelo Exército americano no Iraque se unem à Al-Qaeda, e alguns, inclusive, assumiram responsabilidades dentro da rede, afirmou nesta terça-feira um chefe de segurança iraquiano, general Qassem Atta, porta-voz do comando das operações em Bagdá.

Qassem Atta afirmou, além disso, que um insurgente, Ali Neemah Sallum, se tornou sócio da Al-Qaeda na região de Abu Ghraib (oeste de Bagdá), depois de sua libertação de uma prisão americana.

Sallum, detido há cinco dias, financiava uma célula envolvida em assassinatos e ataques contra a polícia e o Exército iraquianos, acrescentou.

Uma onda de atentados atribuída à Al-Qaeda deixou pelo menos 110 mortos e 500 feridos no Iraque no começo de maio, três semanas depois da morte dos dois principais chefes da rede no Iraque, Abu Omar al Bagdadi e Abu Ayyub al Masri, durante uma operação das forças americanas e iraquianas.

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