Presidente russo denuncia crimes políticos para desestabilizar o Cáucaso

O presidente da Rússia, Dimitri Medvedev, classificou os recentes assassinatos de ativistas pró-direitos humanos no Cáucaso russo de crimes políticos com o objetivo de desestabilizar a já conflituosa região.

AFP |

"Uma série de assassinatos políticos e tentativas de assassinatos têm como objetivo desestabilizar a situação no Cáucaso", afirmou Medvedev depois de se reunir com a chanceler alemã Angela Merkel em sua residência de Sochi, no Mar Negro.

"Refirom-me aos assassinatos de defensores dos direitos humanos e a tentativa de assassinato do novo presidente da Inguchétia, que tentou ativamente estabilizar a situação, e a uma série de outros crimes políticos", afirmou.

O comentário de Medvedev acontece três dias depois que a chefe de uma ONG russa e seu marido foram sequestrados e posteriormente mortos na Chechênia.

Em 15 de julho, uma das principais ativistas pró-direitos humanos da Chechênia, Natalia Estemirova, foi sequestrada em casa e morta.

Na quinta, o presidente da Inguchétia, Yunus-Bek Yevkurov, anunciou sua volta ao trabalho, apesar de permanecer ainda hospitalizado devido aso ferimentos que sforeu em 22 de junho em um atentado a bomba.

adc/cn

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