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Presidente polonês defende escudo antimísseis como garantia de segurança

Varsóvia, 19 ago (EFE).- O presidente polonês, Lech Kaczynski, defendeu hoje, em discurso televisionado, os benefícios do escudo antimísseis que Washington instalará na Polônia, ao qual se referiu como um instrumento unicamente defensivo e uma garantia de segurança para os países aliados dos Estados Unidos.

EFE |

A emissão do discurso de Kaczynski aos cidadãos poloneses aconteceu minutos depois da chegada a Varsóvia da secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, que amanhã assinará o acordo que permitirá aos Estados Unidos desdobrar seu sistema balístico na Polônia, depois de mais de um ano de negociações.

Kaczynski insistiu que "o escudo antimísseis não é uma arma ofensiva, mas tem como objetivo defender o país e seus aliados em caso de um ataque balístico".

"O escudo, enquanto instrumento unicamente defensivo, não aponta para ninguém; portanto, ninguém com boas intenções deveria sentir-se ameaçado por este sistema de mísseis", acrescentou o chefe do Estado polonês.

O presidente respondeu indiretamente às últimas críticas e advertências da Rússia, que disse considerar uma "ameaça" o fato de a Polônia se transformar "em sede do projeto americano".

Para Kaczynski, um dos mais firmes aliados do Governo de George W. Bush na Europa, o dia da assinatura do acordo com os EUA será "histórico" para a Polônia, e representará mais um passo para que o país se fortaleça como um dos líderes da região oriental da Europa.

EFE nt/gs

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