Presidente filipina acusa comunistas de frear progresso rural

Manila, 22 mai (EFE) - A presidente das Filipinas, Gloria Macapagal Arroyo, acusou hoje a rebelião comunista, que completará quatro décadas de luta armada no próximo ano, de frear o desenvolvimento nas áreas rurais e reiterou sua promessa de acabar com os insurgentes até 2010, quando termina seu mandato único. Temos que acabar com sua ideologia sem sentido e seus atos criminosos de uma vez por todas, para poder nos transformar em um país de primeira classe em 20 anos, disse a governante durante um ato público na cidade de Bacolod, cerca de 510 quilômetros ao sudeste de Manila. A chefe de Estado indicou que a solução ao conflito passava por uma ação militar e outra social, e afirmou que os insurgentes comunistas combatem o progresso e o crescimento econômico nas áreas rurais e são responsáveis por um amplo leque de violações aos direitos humanos. As declarações de Macapagal Arroyo perante a Assembléia de Segurança e Paz Local das Visayas Ocidentais surgem uma semana depois que a Embaixada da Noruega em Manila revelou que delegados do Governo das Filipinas e da rebelião comunista se reuniram em segredo em Oslo de 13 a 15 de maio. O objetivo era tentar relançar as negociações de paz, paralisadas desde 2006. As autoridades filipinas pedem ao ilegal Partido Comunista das Filipinas que proclame uma trégua para continuar as negociações, enquanto os segundos exigem ser retirados da lista patrocinadores do terrorismo elaborada pelos Estados Unidos. O Novo...

EFE |

200 combatentes regulares. EFE jgb/db

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