Presidente do Parlamento Andino pede diálogo e unidade no Equador

Quito, 2 out (EFE).- A presidente do Parlamento Andino, Ivonne Baki, afirmou hoje que após a realização do referendo no qual os equatorianos aprovaram uma nova Carta Magna, se deve dar prioridade ao diálogo para o desenvolvimento do país.

EFE |

"Já é tempo de nos unirmos, de haver união nacional. Deixemos de ver quem é mais forte que o outro, para ver quem vence", declarou e assegurou que após o referendo do último domingo e, uma vez que as pessoas se pronunciaram pela mudança, se respeite esta decisão.

A equatoriana Baki afirmou que "é um bom momento" para o diálogo uma vez que a maior parte da população aprovou a entrada em vigor da vigésima Carta Magna da história.

Para Baki, a democracia não é vencer ou perder, mas o trabalho conjunto de todos para a busca de soluções.

A presidente do Parlamento Andino, que foi embaixadora do Equador nos Estados Unidos, ministra de Comércio Exterior e candidata à Presidência, não descartou em uma entrevista à emissora "Teleamazonas" a possibilidade de concorrer às eleições gerais do próximo ano.

O "sim" à nova Constituição impulsionada pelo Governo do Equador se consolida com 63,95% dos votos após a apuração de 98,96% do referendo, informou hoje o Tribunal Supremo Eleitoral (TSE).

Com esta percentagem apurada, o "Não" à Constituição, que foi promovido pela oposição, chega a 28,08%, enquanto o voto nulo chega a 7,23% e o voto em branco a 0,75%, diz o TSE.

Em números absolutos, foram registrados 4.693.790 votos favoráveis e 2.060.970 votos negativos. EFE sm/fal

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