Presidente do Paquistão lembra aniversário de fundador do país e pede união

Islamabad, 25 dez (EFE).- O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, pediu união para que o país recupere os direitos democráticos e seja um exemplo de prosperidade, aproveitando os 133 anos do nascimento de Mohammed Ali Jinnah, fundador da nação.

EFE |

Em comunicado oficial reproduzido pela agência "APP", o chefe de Estado pediu ao povo que permaneça comprometido com o objetivo de "recuperar os direitos políticos e democráticos, para fazer do Paquistão um exemplo radiante de prosperidade e progresso".

Zardari assegurou que o sonho do governante Partido Popular do Paquistão, legenda que preside, é desencadear "o poder criativo do povo através da liberdade, justiça, cumprimento da lei e o fim da violência".

Ele disse que Jinnah fundou o Paquistão para o "bem-estar das massas" e que sempre defendeu valores como constitucionalismo, respeito aos direitos humanos, tolerância, pluralismo e "honra ao mandato do povo".

"Não podemos deixar que o país e o povo permaneçam presos em um ciclo de pobreza, desemprego, inflação e privação", comentou Zardari.

O presidente do Paquistão voltou a dizer que logo serão retirados da Constituição os artigos antidemocráticos, o que tornará o Paquistão um país de "autêntico" caráter federal, de acordo com a visão de seus fundadores.

Para lembrar o aniversário de Mohammed Ali Jinnah, foi realizada a troca da guarda no mausoléu dele, na cidade de Karachi, e a bandeira paquistanesa esteve içada nos edifícios oficiais. As informações são do canal "Geo TV".

Autoridades locais estiveram lá e deixaram. Jinnah nasceu em 25 de dezembro de 1876, em Karachi, e morreu em 1948.

Embora fosse inicialmente cético em relação à divisão territorial com a Índia, ele defendeu a criação do Paquistão com a pretensão de que o país se tornasse o "lar" dos muçulmanos do subcontinente do sul da Ásia. EFE.

igb/dp

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