Quito, 9 mar (EFE).- O presidente do Equador, Rafael Correa, defendeu hoje sua decisão de expulsar do país o ex-primeiro-secretário da Embaixada dos Estados Unidos e não descartou repetir a medida em caso de novas intromissões em decisões soberanas de seu país.

Marck Sullivan, ex-primeiro-secretário da Embaixada dos EUA, foi expulso do país no dia 18 de fevereiro por intromissão em assuntos internos.

No mês passado, Correa assegurou que Sullivan era o "diretor da CIA" nesta nação e negou que com a ação contra o estrangeiro se pretendesse desviar investigações sobre narcotráfico.

Em uma entrevista ao canal público de televisão "Equador TV", Correa disse hoje que seu país não é "colônia de ninguém nem marionete de ninguém".

"Isso em meu Governo não vou permitir, se tenho que expulsar dez funcionários mais, os expulsarei", ressaltou. EFE sm/ma

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