Presidente da Guiné Equatorial celebra 30 anos de sua chegada ao poder

Redação Central, 3 ago (EFE).- O presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, disse no 30º aniversário de seu Governo, após o chamado Golpe de Liberdade de agosto de 1979, quando derrubou o então presidente Francisco Macías, que todos os cidadãos têm a obrigação de defender a paz.

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No discurso, divulgado pelo escritório de Informação e Imprensa do Governo guinéu-ecuatoriano, Obiang afirma que "o crescimento econômico do país está firmemente ligado à estabilidade da nação. Se queremos o desenvolvimento do que desfrutamos atualmente, temos que defender nossa paz".

"Temos a obrigação de mudar nossas mentes e adaptá-las aos novos tempos, pois os países da África Subsaaariana são considerados como países pobres, mas na Guiné temos a oportunidade de sair desse grupo", afirmou o presidente.

Obiang pediu um trabalho "duro" e insistiu na necessidade de continuar realizando "mudanças para conseguir um desenvolvimento completo".

Para o presidente guinéu-equatoriano, "as pessoas que não têm recursos econômicos não devem se acomodar com a ideia de que o Governo vai sustentá-los, e devem trabalhar para consegui-lo".

Obiang recomendou as empresas estrangeiras estabelecidas no país a aceitar "a mão-de-obra profissional da própria nação e oferecer um bom trabalho nas mesmas condições das outras pessoas que trazem de fora".

Hoje, milhares de pessoas fizeram uma manifestação de apoio ao presidente, que será novamente o candidato do governante Partido Democrático da Guiné Equatorial (PDGE) nas eleições deste ano.

Obiang chegou ao poder depois de derrubar seu tio Francisco Macías Nguema da Presidência guinéu-equatoriana em 3 de agosto de 1979, quando era vice-ministro da Defesa. EFE ao/bba

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