O presidente colombiano Alvaro Uribe negou nesta segunda-feira que tivesse ordenado que as vidas privadas de oposicionistas fossem vigiadas, em sua primeira reação às denúncias de que o serviço estatal de inteligência estaria gravando ilegalmente conversas de congressistas, jornalistas e magistrados.

"Ao longo dos anos, com governo ou sem governo, jamais dei nem uma só ordem para que a vida privada das pessoas fosse vigiada", ressaltou o mandatário em uma mensagem enviada à rádio RCN de Bogotá.

Uribe se declarou "um homem leal que joga limpo com seus opositores e não faz armações contra eles".

No sábado, a revista Semana de Bogotá denunciou que o Departamento Administrativo de Segurança (DAS), ligado à Presidência da República, estaria gravando conversas de congressistas, jornalistas e magistrados da linha opositora ao governo.

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