Presidência francesa se diz tranquila sobre venda de Rafales ao Brasil

A presidência francesa se recusou nesta terça-feira a comentar as informações da imprensa segundo as quais a Força Aérea Brasileira (FAB) prefere os aviões suecos e americanos aos Rafales franceses, dizendo-se tranquila sobre o resultado da licitação lançada por Brasília.

AFP |

Questionada pela AFP, a presidência não quis comentar estas informações e reiterou que está tranquila sobre as chances do caça francês, que nunca foi vendido ao exterior.

Citando as conclusões de um relatório técnico confidencial de 30.000 páginas, a Folha de São Paulo afirmou em sua edição desta terça-feira que a FAB preferia os aviões suecos Gripen NG e americanos F/A-18 SuperHornet aos Rafales da Dassault para modernizar sua frota, principalmente por causa do preço do aparelho francês.

O Rafale está concorrendo com o F/A-18 SuperHornet, da Boeing, e o Gripen NG, da Saab, para fornecer 36 aviões de combate ao Brasil, um contrato de bilhões de dólares.

Em setembro passado em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou pessoalmente a seu colega francês, Nicolas Sarkozy, a preferência do Brasil pelos Rafales, devido à transferência de tecnologia sem restrições prometida pela França.

pa/yw

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