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O primeiro-ministro tailandês, Somchai Wongsawat, se recusou nesta terça-feira a renunciar ou a decretar estado de exceção, em meio aos confrontos entre manifestantes da oposição e a polícia no Parlamento, que deixaram 148 feridos.

"Não, não estou considerando em absoluto", afirmou Somchai à imprensa ao ser questionado se pensava em impor um decreto ao reino para acabar com vários meses de protestos que resultaram em atos de violência nesta terça-feira.

Somchai disse que a polícia seguirá a cargo da segurança na capital e insistiu que não renunciará ao cargo.

"Continuarei com meu trabalho", assegurou.

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