Por Orathai Sriring

BANGCOC (Reuters) - O primeiro-ministro tailandês, Abhisit Vejjajiva, prometeu na segunda-feira divulgar em breve um "mapa" que leve ao fim de dois meses de protestos, que paralisam Bangcoc e já deixaram 27 mortos, sem, no entanto, que os manifestantes deem sinais de desistirem.

" /

Por Orathai Sriring

BANGCOC (Reuters) - O primeiro-ministro tailandês, Abhisit Vejjajiva, prometeu na segunda-feira divulgar em breve um "mapa" que leve ao fim de dois meses de protestos, que paralisam Bangcoc e já deixaram 27 mortos, sem, no entanto, que os manifestantes deem sinais de desistirem.

" /

Premiê tailandês promete "mapa" para encerrar a crise

Por Orathai Sriring

BANGCOC (Reuters) - O primeiro-ministro tailandês, Abhisit Vejjajiva, prometeu na segunda-feira divulgar em breve um "mapa" que leve ao fim de dois meses de protestos, que paralisam Bangcoc e já deixaram 27 mortos, sem, no entanto, que os manifestantes deem sinais de desistirem.

Reuters |

Por Orathai Sriring

BANGCOC (Reuters) - O primeiro-ministro tailandês, Abhisit Vejjajiva, prometeu na segunda-feira divulgar em breve um "mapa" que leve ao fim de dois meses de protestos, que paralisam Bangcoc e já deixaram 27 mortos, sem, no entanto, que os manifestantes deem sinais de desistirem.

No domingo, o primeiro-ministro alertou para novos "confrontos e perdas" se os manifestantes "camisas vermelhas" permanecerem acampados em um elegante bairro comercial da capital.

Falando na segunda-feira ao Parlamento, Abhisit adotou um tom mais conciliador, dizendo que o governo espera resolver o impasse por meio do diálogo, e que em breve ele irá apresentar um plano de reconciliação nacional.

"Vou apresentar uma proposta que irá fornecer uma solução política, ou um mapa", disse ele. "Mas isso tem de ser a partir de opiniões de todos os lados --não só do governo, dos políticos, dos manifestantes e dos contramanifestantes. Tem de ser uma solução realmente coletiva."

Abhisit, nascido na Grã-Bretanha e formado em Oxford, está sob intensa pressão dos manifestantes para renunciar e convocar eleições. Os protestos afetam o importante setor turístico e levaram a consultoria International Crisis Group a alertar para uma "guerra civil não declarada" na Tailândia.

O ministro das Finanças disse na semana passada que os protestos, se continuarem até o fim do ano, podem reduzir o crescimento do PIB em 2 pontos percentuais. O impasse político pode adiar também a alta dos juros prevista para junho, dizem economistas, citando dados oficiais divulgados na segunda-feira mostrando uma desaceleração da inflação em abril.

"Nossa convicção num apelo por uma elevação da taxa em junho está sendo abalada conforme a inquietação política se prolonga", disse o economista Vishnu Varathan, da entidade independente de pesquisas Forecast.

O mercado financeiro da Tailândia tem desempenho inferior ao de outros países asiáticos desde 10 de abril, quando os protestos se tornaram mais violentos, com um confronto que deixou 25 mortos e mais de 800 feridos no centro velho da capital.

Em um mês, o índice SET caiu 3,1 por cento, enquanto a média das bolsas asiáticas (exceto a do Japão) teve alta de 1,1 por cento. Nesse período, investidores estrangeiros venderam 155 milhões de dólares em ações tailandesas.

A bolsa de Bangcoc não funcionou na segunda-feira, feriado local.

Na semana passada, a moeda local sofreu sua maior perda em uma semana desde janeiro.

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG