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Premiê polonês fala de orgulho, alívio e pena ao encerrar missão no Iraque

Varsóvia, 29 out (EFE).- O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, presidiu hoje a cerimônia que finalizou a participação da Polônia na Guerra do Iraque, no qual falou de seu orgulho pelo serviço realizado, alívio por sua finalização e pena porque nem todos voltaram.

EFE |

A cerimônia ocorreu em Szczecin, no noroeste polonês, para onde retornaram ontem os últimos 100 soldados poloneses que permaneciam em território iraquiano após cinco anos de conflito.

A participação da Polônia deixa um saldo de 28 poloneses mortos, sendo 22 militares, três trabalhadores de serviços diversos, dois jornalistas da rede de televisão "TVP" e um agente de segurança.

A missão "Liberdade para o Iraque" foi a primeira deste tipo que assumiu o Exército polonês, que foi reduzindo sua presença progressivamente, passando de 2.600 soldados, em 2003, a 900 nos últimos meses.

A participação polonesa no Iraque teve um custo próximo a 962 milhões de zlotis (278 milhões de euros) e, na opinião do Ministério da Defesa, foi decisiva para a modernização das forças armadas polonesas.

No total, 10 mil soldados poloneses passaram pelo território iraquiano durante estes cinco anos.

Após a recente saída das tropas georgianas e japonesas, o fim da missão polonesa representa nova redução da coalizão multinacional organizada em 2003 pelos Estados Unidos e que chegou a contar com 50 países. EFE nt/jp

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