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Premiê irlandês admite que rejeição a tratado cria incerteza

Dublin, 13 jun (EFE) - O primeiro-ministro irlandês, Brian Cowen, admitiu hoje que a rejeição da Irlanda ao Tratado de Lisboa cria incerteza e dificuldades para a reforma da União Européia (UE), mas confiou em que serão encontradas soluções para seguir em frente.

EFE |

Cowen, que assumiu a chefia do Governo há apenas um mês em substituição a Bertie Ahern, também reconheceu que a UE se encontra agora "em território desconhecido" e lembrou que "não há remédios rápidos" para resolver a questão.

"No entanto, acho que é importante que escutemos todas as partes, porque também serão afetadas", disse o primeiro-ministro, que assumiu "toda responsabilidade" pela derrota do "sim".

Cowen antecipou que iniciará consultas durante os próximos dias para analisar as causas da rejeição irlandesa e apresentar sua postura na próxima quinta e sexta-feira durante uma cúpula de chefes de Estado e do Governo da UE em Bruxelas.

"Temos a obrigação agora de refletir sobre as implicações do plebiscito irlandês para poder seguir em frente e manter este país no caminho do progresso", acrescentou.

A Irlanda rejeitou o Tratado de Lisboa por 53,4% contra 46,6%, confirmou hoje a Comissão para o plebiscito. EFE ja/db

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