Bagdá, 15 jan (EFE).- O primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, qualificou hoje como uma violação da lei islâmica (sharia) a compra de votos com vistas às eleições provinciais de 31 de janeiro.

A compra de votos "é condenável, porque viola a lei islâmica e reflete a fraqueza do candidato", afirmou Maliki aos jornalistas, após participar de um comício perto de Bagdá.

O primeiro-ministro iraquiano fez uma chamada para que o pleito de 31 de janeiro seja livre e limpo.

A votação será realizada em 14 das 19 províncias iraquianas, em eleições que são vistas como um passo-chave nas tentativas do Iraque para recuperar sua normalidade institucional, após a invasão militar liderada pelos Estados Unidos em 2003. EFE na/an

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