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Portugal afirma que situação está calma na Guiné-Bissau

Lisboa, 2 mar (EFE).- O secretário de Estado de Assuntos Exteriores português, João Gomes Cravinho, afirmou hoje que a situação é de calma na Guiné-Bissau, após o assassinato do presidente João Bernardo Vieira, e que não é necessário enviar forças militares ao país.

EFE |

Cravinho disse que os dirigentes de Portugal e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) mantêm "contato permanente" com as autoridades guineanas.

A Comunidade se reuniu hoje emergencialmente para debater a situação no país africano, e acertou o envio imediato de uma delegação, que partirá para Guiné-Bissau nas próximas horas.

O dirigente português disse que a CPLP, com sede em Lisboa, mantém contatos com a ONU, a União Europeia (UE) e a Comunidade Econômica dos Países da África Ocidental (Cedeao) com o objetivo de definir as medidas necessárias para restaurar a normalidade constitucional na Guiné-Bissau.

João Bernardo Vieira foi assassinado na madrugada desta segunda-feira por soldados leais ao chefe do Estado-Maior do Exército, general Tagmé Na Wai, morto no domingo em um atentado com explosivos.

Os militares prometeram respeitar as instituições e a Constituição vigentes após os assassinatos de Vieira e Na Wai, segundo a rádio privada senegalesa "RFM".

Inicialmente, o presidente do Parlamento, Raimundo Pereira, deve assumir interinamente o cargo por um período de três meses, prazo previsto para convocar eleições presidenciais, de acordo com a Constituição da Guiné-Bissau. EFE mrl/db

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