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Porta-voz egípcio nega que turistas europeus tenham sido libertados

Cairo, 22 set (EFE) - Um porta-voz oficial egípcio negou hoje que os 11 turistas europeus que foram seqüestrados no sudoeste do país na sexta-feira passada tenham sido libertados, informou a agência oficial Mena. A notícia da libertação foi dada em Nova York pelo ministro de Assuntos Exteriores do Egito, Aboul Gheit, e transmitida pela televisão egípcia e pela Mena, sem dar mais detalhes, mas, aparentemente, os reféns ainda estão em poder dos seqüestradores. Segundo o porta-voz de Gheit, Hossam Zaki, as notícias atribuídas ao ministro em Nova York não eram precisas, e acrescentou que seguem em curso as negociações para libertar os 11 turistas e os oito egípcios que os acompanhavam. A situação não mudou, acrescentou Zaki, e ressaltou que a notícia com a qual contava o ministro de Assuntos Exteriores era incorreta. Os seqüestrados são cinco alemães, cinco italianos e um romeno, além de oito egípcios, sendo quatro motoristas, dois guias, o dono de uma agência de viagens e um agente de segurança. O grupo foi raptado por uma quadrilha de quatro desconhecidos armados e encapuzados perto da fronteira entre Egito, Sudão e Líbia e, segundo fontes oficiais egípcias, foram levados a território sudanês. Embora o episódio tenha acontecido na sexta-feira passada, o seqüestro só foi anunciado hoje, quando o dono da agência de turismo que acompanhava o grupo, um dos reféns, percebeu a ação em uma ligação telefônica para a esposa. As autoridades egípcia...

EFE |

EFE af/db

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