Poluição em Santiago leva autoridades a alterar sistema de medição

Santiago do Chile, 25 jun (EFE).- Santiago apresentou durante as últimas 48 horas um dos níveis de poluição ambiental mais altos desde 1989, situação que levou as autoridades a revisarem os sistemas de medição e previsão ambiental do país.

EFE |

Devido à má qualidade do ar pelo segundo dia consecutivo, a Governo decretou a quinta pré-emergência ambiental do ano, o que significa que mais de 800 empresas terão que paralisar suas atividades.

Além disso, foi proibida a circulação de 60% dos veículos sem catalisador e de 20% daqueles que contam com este equipamento.

O Governador da região Metropolitana, Álvaro Erazo, disse que "o sistema de prognóstico (ambiental) falha em 50%, sobretudo quando é preciso anunciar pré-emergências", e informou que "tomará decisões estruturais" a esse respeito.

Erazo declarou ao "Canal 13" que foram propostas novas medidas para a despoluição do ar da cidade.

Dentro das novas normas se encontra a instalação de filtros em veículos de transporte público, o que levaria a diminuir em 99% as fontes de emissões poluentes.

Enquanto isso, os 6,2 milhões de cidadãos de Santiago convivem com uma negra e espessa camada de névoa sobre suas cabeças.

Desde 1989, quando foram registrados os índices mais críticos de poluição na cidade, as autoridades de Santiago apresentaram medidas para ajudar a despoluir a capital.

No entanto, a cidade segue na lista das cidades mais poluídas do planeta, junto com São Paulo e Cidade do México. EFE pt/gs

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