Política antiterrorista marca campanha eleitoral na Índia

Nova Délhi, 14 abr (EFE).- Sonia Gandhi, presidente do Partido do Congresso, que exerce atualmente o Governo da Índia, criticou hoje duramente a política antiterrorista da principal legenda de oposição, o hinduísta BJP, fechando assim a campanha para a primeira fase das eleições gerais indianas, que começam em 16 de abril.

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"Levamos o país pelo caminho do desenvolvimento. A taxa de crescimento com o Governo liderado pelo (Partido do Congresso) foi histórica", disse Gandhi em um grande comício no estado central de Chhattisgarh, citada pela agência "Ians".

Mais uma vez, Gandhi atacou o candidato a primeiro-ministro do BJP, L.K. Advani, que censurou por sua atuação como ministro do Interior em 1999, quando um grupo de terroristas sequestrou um voo com destino a Nova Délhi.

Eles desviaram o voo para a província afegã de Kandahar e exigiram do Governo indiano -então sob o BJP- a libertação de três terroristas presos na Índia, em troca dos passageiros.

As eleições gerais indianas, que se realizarão em cinco turnos durante um mês a partir do dia 16, têm como favoritos os partidos de Sonia Gandhi e Advani -as duas principais forças políticas do país, que estão empatadas nas pesquisas de opinião- além de uma frente de partidos regionais e de castas.

O Partido do Congresso, da dinastia Nehru-Gandhi apresentou como candidato o atual primeiro-ministro, Manmohan Singh. EFE amp/jp

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