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Policiais de N. York são acusados de molestar jovem no metrô

Nova York, 8 dez (EFE) - Dois policiais de Nova York acusados de ter sodomizado com um objeto um homem de 24 anos após tê-lo detido em uma estação de metrô comparecerão amanhã perante um juiz, informou hoje a imprensa local.

EFE |

A Promotoria de Nova York pediu aos dois agentes que fossem ao tribunal, depois que o grande júri formulou acusações contra si após comprovar que os exames de DNA realizados no caso e várias testemunhas corroboraram a versão do jovem.

Os agentes Richard Kern e Alex Cruz devem se declarar inocentes das acusações em seu comparecimento de amanhã perante os tribunais, disseram hoje seus advogados.

As acusações específicas contra os dois policiais, que, por enquanto, foram afastados de suas funções freqüentes, ainda se encontram sob segredo de sumário.

Os advogados dos agentes asseguraram que seus clientes não participaram nem testemunharam a agressão contra Michael Mineo durante sua detenção, em 15 de outubro, em uma estação de metrô do Brooklyn.

Os agentes afirmam que se aproximaram de Mineo na entrada da estação porque suspeitavam de que estava fumando maconha.

O sujeito fugiu ao ser abordado pelos policiais, que, depois, conseguiram rendê-lo dentro da estação.

Mineo disse que, após ter sido algemado e rendido no chão, os agentes baixaram suas calças e um deles o molestou com um objeto.

O jovem alega que o objeto seria a antena do rádio de um dos policiais e aponta Cruz como o autor da agressão.

No entanto, uma das testemunhas que a Promotoria apresentou diante do grande júri afirmou que Kern teria usado o cassetete para molestar o jovem, enquanto outros três agentes o rendiam.

Após a detenção, Mineo foi multado por perturbar a ordem pública e depois foi libertado.

Posteriormente, ele foi internado em um hospital, onde recebeu tratamento pelos ferimentos causados.

A Polícia de Nova York rejeitou a denúncia do jovem porque outras pessoas presentes na estação não corroboraram a versão.

Apesar disso, a Promotoria de Nova York seguir com a investigação do caso e sua apresentação perante um grande júri. EFE jju/db

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