Policiais da América Latina analisam na Colômbia formas de combater a pirataria

Policiais de vários países latino-americanos, entre eles o Brasil, estudam em Bogotá uma estratégia comum e com padrões de qualidade mais altos para combater a comercialização de produtos piratas.

AFP |

"Enfrentamos quadrilhas cada vez mais organizadas de pirataria de software, que apresentam produtos muito mais competitivos. Só em 2009, conseguimos desarticular 34 grupos na Colômbia, e estamos compartilhando esta experiência com nossos colegas", indicou Freddy Bautista, chefe da unidade de Crimes de Informática da polícia judicial colombiana.

"Os criminosos estão usando sistemas muito sofisticados de fraude", afirmou.

O seminário, organizado pela gigante americana Microsoft, contou com a participação de delegados da polícia de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Honduras, México, Guatemala, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai.

Segundo a Microsoft, os países latino-americanos com índices de pirataria mais altos atualmente são Venezuela (87%), Paraguai (82%) e Nicarágua (80%). Entre as nações com menos falsificação de produtos estão Colômbia (56%), Brasil (59%) e Costa Rica (61%).

sab/ap

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