Polícia tenta esclarecer os motivos do assassinato de político democrata

A polícia tentava nesta quinta-feira esclarecer os motivos que levaram o suposto assassino do presidente do Partido Democrata do Arkansas a cometer esse crime na véspera.

AFP |

Bill Gwatney, 48 anos, morreu vítima de um homem já identificado e que abriu fogo na sede local do partido, informaram o ex-presidente dos EUA Bill Clinton e sua mulher, a senadora Hillary Clinton, amigos íntimos e confidentes da vítima.

O suposto assassino, Timothy Johnson, de 50 anos, foi abatido pela polícia na perseguição. Não tinha antecedentes criminais e havia perdido pela manhã seu emprego em uma loja. Além disso, ninguém sabe dizer se conhecia Gwatney.

Antes de abrir fogo contra o político, Timothy Johnson havia pedido para ver Bill Gwatney. Mal entrou em seu gabinete, disparou contra ele e fugiu.

Gwatney chegou a ser hospitalizado em estado crítico.

"Perdi meu emprego", teria dito ele segundo uma testemunha citada pela tv local.

Perseguido em seu carro, abriu fogo contra a polícia, que respondeu. Muito ferido, acabou morrendo hospital.

A tragédia abalou profundamente os políticos e líderes do Partido, a menos de duas semanas da convenção democrata, em Denver, para declarar oficialmente Barack Obama candidato à presidência dos Estados Unidos nas eleições de novembro.

"Esta tragédia sem sentido abalou a todos", disse Howard Dean, presidente do Comitê Nacional Democrata, antes de anunciar a morte de Gwatney.

aje/cel/cn

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