Polícia nega ter dados sobre presença de chefes das Farc no Equador

Quito, 26 mai (EFE).- O comandante da Polícia do Equador, Jaime Hurtado, disse hoje que não tem informações sobre a suposta presença de dirigentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em território equatoriano, como afirmou um relatório de inteligência colombiana, divulgado pelo jornal El Tiempo, da Colômbia.

EFE |

Hurtado especificou que não têm "nenhuma informação certa" e ressaltou que está "disposto a tomar as rédeas do assunto" para poder "ter alguma informação" e verificar dados, já que não é possível dizer "nada certo, se não estiver comprovado".

"Nunca podemos descartar nada em uma investigação, temos que verificar e realizar as investigações correspondentes", disse em entrevista ao canal local "Gama TV".

Segundo o relatório divulgado na segunda-feira pelo "El Tiempo", vários dirigentes das Farc se refugiam na Venezuela e no Equador, alguns permanente e outros temporariamente, para se esconder das autoridades.

O relatório indica que só três membros da guerrilha se encontram na Colômbia, entre eles o chefe máximo do grupo, Guillermo León Sáenz (conhecido como "Alfonso Cano") e o comandante militar, Jorge Briceño ("Mono Jojoy").

Segundo os dados, outros líderes das Farc como Milton de Jesús Toncel (conhecido como "Joaquín Gómez") e Jorge Torres Victoria ("Pablo Catatumbo") estariam no Equador.

Os dados divulgados pelo jornal colombiano indicam que Luciano Marín Arango ("Ivan Márquez") também estaria no exterior, assim como Rodrigo Londoño ("Timochenko"), que estaria na Venezuela.

Hurtado afirmou que a Polícia investiga permanentemente qualquer tipo de possível presença de líderes guerrilheiros ou de outra pessoa que seja procurada pela Interpol (Polícia internacional). EFE sm/pd/db

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