Polícia não abrirá investigação contra ex-mordomo de Diana por perjúrio

Londres, 9 mai (EFE).- A Scotland Yard anunciou hoje que não abrirá uma investigação para determinar se o ex-mordomo da princesa Diana, Paul Burrell, cometeu crime de perjúrio.

EFE |

A possibilidade de que o ex-mordomo fosse investigado surgiu depois que o sensacionalista "The Sun" divulgou um vídeo gravado em segredo, no qual Burrell confessava que, durante seu testemunho na investigação judicial sobre a morte da princesa, escondeu parte da verdade.

Na gravação, Burrell afirmava que tinha dado "pistas falsas" em seu testemunho à investigação judicial, que concluiu no mês passado que a morte da princesa e de seu namorado, Dodi al-Fayed, foi homicídio por imprudência do motorista do veículo - que tinha bebido - e dos paparazzi que perseguiam o casal.

A Polícia Metropolitana de Londres afirmou hoje, em comunicado, que, após avaliar as provas disponíveis em relação às alegações de perjúrio feitas contra Paul Burrell, determinou que não há evidências admissíveis suficientes para provar que foi cometido esse crime.

"Por conseguinte, não consideramos apropriado instigar uma investigação policial", acrescenta a declaração.

Diana, de 36 anos, Dodi, de 42 anos, e o motorista do veículo, Henri Paul, morreram em 31 de agosto de 1997 devido à colisão do Mercedes onde viajavam em grande velocidade contra uma coluna do túnel da Ponte d'Alma, quando eram perseguidos por vários fotógrafos. EFE ep/an

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