Polícia italiana prende envolvidos em operação de espionagem contra Gucci

Roma, 22 out (EFE).- Sete pessoas entre investigadores particulares, membros de forças de segurança e funcionários da loja Gucci em Florença (centro da Itália) foram detidos por espionagem, já que tinham obtido informações de clientes e fornecedores da empresa italiana de forma ilegal.

EFE |

Os detidos, esta terça-feira em uma operação que começou após o caso de espionagem na companhia telefônica italiana Telecom em 2006, conseguiram centenas de nomes de pessoas relacionadas à popular marca de roupa, informou hoje o jornal italiano "La Repubblica".

Cinco deles - duas funcionárias da loja, o chefe de segurança da Gucci e dois responsáveis da agência de investigadores Sia - são acusados de formação de quadrilha destinada à revelação de segredos de empresa, corrupção e acesso ilícito a bancos de dados.

Os outros dois detidos, funcionários da agência de investigadores Kim, são acusados da mesma coisa salvo formação de quadrilha.

A Polícia realizou 22 batidas, a maior parte em Florença, embora tenha efetuado uma em Milão e outra em Roma, e investiga outros possíveis colaboradores da ação. EFE mcs/fal

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