Polícia israelense fecha caso contra Olmert por falta de provas

Jerusalém, 26 mar (EFE).- A Polícia israelense fechou hoje um dos expedientes de corrupção abertos contra o primeiro-ministro Ehud Olmert, ao considerar que não encontrou provas suficientes para levá-los ao banco dos réus.

EFE |

Trata-se do expediente por acusação de fraude ao comprar e reformar uma casa privada em Jerusalém, e se centrava na suspeita de que Olmert tinha obtido um significativo desconto em troca de favores com os construtores, em um caso de tráfico de influência.

Hoje, após saber da decisão policial, um porta-voz de Olmert reclamou da ineficácia da Polícia para investigar um caso tão pequeno, que exigiu três anos de investigações.

O primeiro-ministro israelense deixará o cargo na próxima semana, após a realização de eleições antecipadas em 10 de fevereiro, que foram convocadas devido a sua renúncia, por causa de uma longa série de suspeitas de corrupção.

Olmert tem pendentes outros expedientes por crimes de fraude contra instituições públicas, que supostamente duplicaram o pagamento de viagens, além de suborno por parte de um empresário americano, irregularidades e tráfico de influência na nomeação de funcionários, além da concessão de ajudas através de um centro de investimentos.

Após a Polícia decidir que não há provas suficientes, o assunto da casa deve chegar agora ao procurador-geral do Estado, Menachem Mazuz, que decidirá oficialmente fechar o expediente. EFE elb-amg/an

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