Polícia da Espanha prende 4 por pedofilia na Internet

Madri, 31 jan (EFE).- Quatro pessoas foram presas na Espanha por pedofilia via internet, em duas operações distintas, uma delas prendendo três pessoas com mais de 50 anos de idade e a outra com um homem que se fazia passar por uma adolescente argentina, informou hoje a Polícia espanhola.

EFE |

Um dos presos, um homem de 24 anos, se fazia passar por uma menina argentina órfã em um site, para entrar em contato com menores e conseguir suas fotos, com as quais depois produzia material pornográfico e o distribuía.

Segundo a Polícia, J.G.M, chegava às menores através da rede social Tuenti, e dizia que havia chegado fazia pouco tempo da Argentina e que estava sendo maltratada por seu tutor.

Também lhes dizia que confeccionava vestidos e que poderia ajudá-las a se tornarem modelos.

Quando conseguia ganhar a confiança das meninas, ele as convencia a enviar fotos delas nuas, as passava a outras menores e assim ia aumentando seus contatos e obtendo mais material de pedofilia, explicou a Polícia.

Ele preso, na cidade de Santander, depois que a mãe de uma das vítimas encontrou fotos de sua filha nua no computador e alertou a Polícia.

A menina relatou aos investigadores que havia trocado fotos com "uma menina argentina de 14 anos", que havia conhecido no Tuenti.

Os agentes descobriram que esse perfil era falso e que as fotos da suposta menor argentina pertenciam na realidade a uma outra adolescente espanhola.

A Polícia encontrou na casa do detido numerosos arquivos de conteúdo pornográfico infantil, vídeos e fotografias de meninas posando para câmeras de celulares, nua ou de lingerie.

As outras prisões foram de pessoas de 52, 56 e 63 anos, detidas em Madri, Sant Celoni (Barcelona) e Arteixo (La Coruña), respectivamente, aos quais a Polícia chegou através de uma pessoa que denunciou a existência de um vídeo de pornografia infantil disfarçado como videoclipe em um site de download de músicas.

Um deles, segundo informou hoje a Polícia, estava descarregando arquivos com pornografia infantil no momento em que os agentes entraram em sua casa. EFE nac/jp

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