Polícia confirma um morto e vários feridos em atentado em série em Bangalore

Nova Délhi, 25 jul (EFE).- Pelo menos uma mulher morreu e várias pessoas ficaram feridas devido a sete explosões de baixa intensidade registradas hoje em diferentes pontos da cidade de Bangalore (no sul da Índia), informou hoje à Agência Efe uma fonte policial.

EFE |

As primeiras explosões ocorreram em um período de 45 minutos a partir das 13h30 (5h de Brasília) em diferentes bairros da cidade, para onde já foram várias equipes policiais para investigar o que aconteceu.

A Polícia só confirmou a existência de uma vítima fatal, mas o canal de televisão "NDTV" afirma que as explosões mataram pelo menos três pessoas.

Segundo as primeiras investigações, as explosões foram provocadas por artefatos de baixa potência equipados com temporizadores.

"Peço a todos os cidadãos de Bangalore que continuem sua atividade normal e não tenham medo", disse à imprensa indiana o delegado da cidade, Shankar Bidari, que atribuiu as bombas a indivíduos interessados em "aterrorizar" a cidade.

"Investigaremos e prenderemos os suspeitos. Estamos em completo alerta", acrescentou o delegado.

A maioria das lojas fechou suas portas e a cidade registrou fortes engarrafamentos e colapso da rede telefônica, devido ao pânico gerado pelas informações sobre o atentado.

O ministro do Interior indiano, Shivraj Patil, condenou as explosões e disse estar em contato com as autoridades regionais de Karnataka, que tem Bangalore como capital.

Bangalore é um dos centros das tecnologias de informação na Índia.

A Índia registrou vários atentados em cadeia nos últimos meses, o último deles na cidade de Jaipur (oeste), onde 65 pessoas morreram e outras 150 ficaram feridas em oito explosões em série em maio.

Em agosto de 2007, 30 pessoas morreram em outro atentado na cidade de Hyderabad, que já tinha sido cenário em maio de outra explosão dentro de uma mesquita, com onze mortos.

A Polícia atribuiu os últimos atentados a grupos fundamentalistas islâmicos, mas até agora não realizou detenções. EFE daa/an

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