Polícia chinesa cerca mosteiro tibetano após manifestação

As forças de segurança cercaram um mosteiro tibetano no sul da China após uma manifestação de monges budistas contra a repressão chinesa, anunciaram nesta segunda-feira ONGs pró-Tibete.

AFP |

O protesto aconteceu no domingo na província de Sichuan, onde um monge teria se imolado na sexta-feira e a tensão aumenta com a aproximação da data de 50 anos de aniversário da insurreição de 10 de março de 1959 contra Pequim.

Centenas de monges do mosteiro de Sey protestaram contra a proibição de rezar durante uma festa budista tradicional, o Monlam, que acontece logo depois do Ano Novo tibetano, afirmou a organização Campanha Internacional pelo Tibete, que tem sede em Nova York.

Os manifestantes também pediram a libertação de todos os presos tibetanos, afirmou a ONG, segundo a qual os policiais armados cercaram o mosteiro dos monges após o protesto.

A ONG Estudantes por um Tibete Livre, com base nos Estados Unidos, também informou o cerco.

O Dalai Lama, líder espiritual do budismo tibetano, advertiu na semana passada contra a repressão chinesa no Tibete, às vésperas do 50º aniversário da revolta de 1959 que provocou seu exílio para a Índia.

frb/fp

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