Polícia boliviana nega execução de mercenários boliviano-europeus

A Polícia da Bolívia negou nesta quarta-feira que três supostos mercenários boliviano-europeus, mortos em uma operação policial em abril passado, tenham sido executados extrajudicialmente, como afirmam a oposição e a imprensa que fazem oposição ao governo.

AFP |

Os três acusados supostamente planejavam criar condições para separar a região de Santa Cruz do restante da Bolívia e assassinar o presidente Evo Morales, segundo a versão das autoridades.

"As perícias realizadas sobre os fatos desvirtuam contundentemente as versões que, de maneira arbitrária e sem nenhum respaldo, foram divulgadas em alguns meios de comunicação, no sentido de que os terroristas teriam sido executados", indicou a Polícia em uma nota publicada nesta quarta-feira na imprensa local.

A oposição e alguns meios indicam que Eduardo Rózsa Flores, de tripla nacionalidade (boliviano, croata e húngaro), Arpad Magyarosi (húngaro-croata) e Michael Dwyer (irlandês) foram executados de maneira sumária por uma unidade policial de elite em um hotel no centro de Santa Cruz (leste).

jac/dm

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