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Polícia alemã duvida de versão sobre óbito de Doutor Morte no Egito

Berlim, 13 ago (EFE).- O Escritório de Investigação Criminal (LKA, na sigla em alemão) de Baden-Württemberg, em Stuttgart, duvida da versão sobre o óbito de Aribert Heim, o Doutor Morte, no Egito.

EFE |

Heim é um dos criminosos nazistas mais procurados do mundo.

Os agentes enviados pelo LKA ao Egito não encontraram os restos mortais de Heim, quem, segundo recentes investigações, poderia ter morrido no Cairo, em 1992.

Portanto, continua o enigma sobre o paradeiro e o fim do criminoso nazista, que desapareceu em 1962 e que, desde então, distintas versões tinham apontado que ele tinha sido enterrado na Espanha ou na América Latina.

O LKA decidiu enviar seus agentes ao Egito por causa de uma reportagem da televisão pública alemã "ZDF", segundo a qual Heim viveu refugiado no Egito sob a falsa identidade de Tareq Farid Hussein, após se converter ao Islã.

A reportagem apresentava declarações do filho de Heim Rüdiger Heim, assim como de pessoas que o conheceram durante sua estadia no Egito, onde poderia ter chegado utilizando seu segundo nome, Ferdinand, até se converter ao Islã nos anos 80 e adotar o nome de Tareq Farid Hussein.

Heim é acusado de ter torturado e assassinado prisioneiros, através de experimentos médicos no campo de concentração de Mauthausen.

Segundo a versão da rede de televisão, Heim se escondeu durante 30 anos no Cairo e morreu em 1992.

A investigação se baseou em 100 documentos que abrangem desde o passaporte egípcio de Heim, a extratos bancários e cartas pessoais que teoricamente testemunhavam que ele e Hussein são a mesma pessoa.

EFE gc/pd

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